Para o médico Gilberto Martin, que assumiu a Secretaria Municipal de Saúde em outubro de 2015, a Saúde de Londrina evoluiu muito nos quatro anos de administração de Alexandre Kireeff. “Às vezes a população não percebe, mas o avanço foi muito grande porque foram feitas obras que a maioria dos políticos não faz, aquelas estruturantes, que dão sustentação e qualidade ao trabalho desenvolvido”, diz.

Martin destaca cinco pontos em que a saúde avançou, começando por “ter acabado com a bagunça de contratação de terceirizados, Oscips e negócios escusos”. Hoje, segundo ele, todos os servidores são concursados, sem apadrinhamentos. De acordo com Martin, a cada três servidores da saúde, um foi contratado na administração Kireeff.

O segundo ponto, explica, é o fato de, pela primeira vez, uma administração desenvolveu uma política sistemática de recuperação de prédios. “Nessa gestão, foram reformadas 21 unidades de saúde e construídas cinco novas, três delas derrubadas e construídas novamente. Se as administrações anteriores tivessem tomado essa medida, não teria sido necessário reformar tantos prédios”, aponta.

Para Martin, o terceiro ponto a ser destacado é a organização administrativa e do processo de trabalho. “Fizemos uma readequação em toda a logística na Farmácia Central e no almoxarifado que permite melhor controle de entrada e saída de medicamentos e equipamentos, melhoramos o planejamento e o processo de aquisição, que acaba sendo agilizado”, diz. A criação de uma Diretoria de Licitação e Compras na Saúde vem de encontro a esse objetivo, já que vai centralizar todo o processo.

O quarto ponto foi a reestruturação do atendimento de urgências e emergências na cidade. “Quando o Kireeff assumiu, havia uma única ambulância em condições de uso e ainda tivemos que emprestar pneus para ela rodar. Hoje são 14, sete novas e sete totalmente recuperadas”, explica. Além disso, a criação de duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – uma delas, só tinha o prédio e mais nada no início da gestão – e melhorias nas demais unidades, como o PAI, deixou Londrina muito bem atendida. “Hoje temos até um helicóptero, em parceria com o governo do Estado, para atendimento de Londrina e região”, aponta. Segundo ele, tudo isso melhorou a qualidade e a resolutividade do atendimento de urgência e emergência. “Ninguém mais morre por falta de atendimento. Há muito menos casos de mortes por enfarte na cidade, por exemplo”.

O último ponto, segundo ele, foi o fortalecimento da atenção básica e da saúde da família. “Com mais equipes de Saúde da Família, reduziu-se alguns indicadores de saúde importantes, como número de casos de câncer de colo de útero e mama, mortalidade infantil e materna e letalidade no caso de dengue”, explica.

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